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12/09/2022 às 12h39min - Atualizada em 12/09/2022 às 14h50min

Saneamento básico no Brasil ainda não é realidade para todos

SALA DA NOTÍCIA Boost Assessoria de Imprensa
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O Brasil tem quase 35 milhões de pessoas sem acesso à água tratada, 100 milhões sem coleta de esgotos (representando 47,6% da população) e somente 46% dos esgotos produzidos no país são tratados. Dados são do Ranking do Saneamento Básico.

Entre as 100 maiores cidades brasileiras, 90 apresentam mais de 80% da população com água tratada e apenas 46 municípios têm mais de 80% da população com coleta de esgoto. Com relação ao tratamento desses esgotos, os dados são piores: apenas 22 municípios tratam mais de 80%. Já as grandes cidades que têm perdas de água potável nos sistemas de distribuição superiores a 30%, somam em mais de 80%. 

“Os investimentos a longo prazo não interessam tanto aos políticos, porque é algo que leva tempo, precisa de um certo cuidado”, comenta Ronan Gonçalves - diretor executivo da GP Asfalto.

Investimentos

Embora o tema não seja recente, ainda há muito caminho para o Brasil percorrer: os investimentos em saneamento nos últimos anos foram entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões por ano. Caso o país continue investindo no setor nesse ritmo, o Brasil não terá sucesso no cumprimento da meta do plano de universalização do saneamento até 2033, conforme estabelecido no Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB).

O PLANSAB consiste no planejamento do saneamento básico considerando seus quatro componentes: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, coleta de lixo e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas, e possui o horizonte de 20 anos (2014 a 2033). 

Para Ronan, a engenharia nacional tem se desenvolvido e buscado soluções e evoluções para suprir e resolver os problemas pertinentes ao sistema de saneamento como um todo. O estado não estaria cumprindo seu papel com excelência. “Temos muito ainda a evoluir e acredito que seja esse o maior diferencial no mercado hoje. Dessa forma, com essa restrição financeira e principalmente de interesses no investimento do setor, temos que buscar fazer mais com menos, por isso, sistemas de maior eficácia e um controle otimizado dos gastos gera um resultado em tempo e qualidade cada vez melhor”, afirma.

O empresário diz que a saída é não desperdiçar recursos. “A estruturação e o conhecimento técnico alinhados ao maior controle podem nos garantir o sucesso”, diz. A GP Asfalto atua na área de construção pesada com terraplanagem, pavimentação asfáltica, drenagem e saneamento básico de construções industriais.
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